Sator… mais uma banda sueca

Depois que comprei o cartão do Liseberg está difícil não assistir a maioria dos shows que o parque oferece, já que não preciso pagar nenhum valor adicional por isso.

A maioria das bandas e cantores que se apresentam por lá eu não tinha a mínima ideia de quem eram, mas sabe como é, depois de investir o “din-din” nesse cartão, agora preciso fazer valer a pena. Tirando o show do Lenny Kravitz que todo mundo está careca de saber quem é (e ainda preciso fazer post disso), o restante da galera que se apresentou eu realmente não conhecia, até porque quase todos são suecos. Me atrevo a dizer que eu achei todos muito bons, afinal gosto não se discute, certo?!

E mais uma banda do repertório sueco é a Sator (os suecos a chamam de Sótur). Procurei o significado no meu dicionário de Sueco-Português (diga-se de passagem, português de Portugal, porque aqui não existe dicionário português Brasil) e não encontrei nada. O Google Translator me retornou como Catalisador, agora se a tradução está certa eu não tenho ideia e preciso verificar com alguém que conheça a língua mais do que eu ou com um legítimo sueco.

Deixando o blá-blá-blá de lado e as diferenças da língua, o que eu quero dizer é que Sator é uma banda sueca de rock, que foi fundada na cidadezinha de Borlänge e em mais de 20 anos de estrada lançou 7 álbuns (meu amigo Wikipedia sempre me ajudando).

O show aconteceu em 1º de junho (ops! 1 mês de atraso para postar), mas dessa vez no palco menor do parque. Precisava ver como a platéia estava bonitinha: todo mundo sentado, quietinho com frio e curtindo o show.

A banda fez de tudo para dar aquela animada no público: encenações, piadas, beijos e abraços na família que estava na platéia etc. Mas o que me deixou mega feliz foi conseguir entender as piadinhas em sueco. Huhuhu!!! Polegar para cima

Depois de ficar tanto tempo em pé, o espírito sueco baixou em mim e me acomodei num banco também. E nessa “acomodada” adivinha o que eu vejo? Gente… a Amy Winehouse… só que sueca! Curtindo o show acompanhada de seu pimpolho.

Outra coisa que me chamou a atenção é que era “proibido” ficar na frente do palco dançando. Talvez seja por uma questão de respeito, já que o palco era baixo e quem estivisse lá atrás não conseguiria ver absolutamente nada. Até aí tuuuuudo bem. Só que pela primeira vez, vi os seguranças ficarem tensos por causa de um sueco que estava “causando”. O cara insistia em ficar dançando de um lado para outro. Isso quando ele não parava na frente da banda e ficava batendo palma e pulando. Acredite, o cara roubou a cena e ninguém mais conseguia prestar atenção na música… só no cara. Os seguranças o colocaram de lado e tiveram uma conversa amigável. Mas quem disse que o cara se comportou? Ele deu um show nas laterais do palco.

Não lembro ao certo, mas acho que o show teve a duração de 1h30 e confesso que curti bastante.

Para quem quiser matar a curiosidade deixo aqui dois vídeos de um pedacinho do show. Os demais vídeos estarão disponíveis no meu canal do Youtube.

Show ao vivo no Liseberg
Show ao vivo no Liseberg

Vi ses… hej då! ;-)

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