LGBTQ 2012

Para a minha felicidade a operação Esvazia o card benhê! está caminhando bem, talvez não na velocidade que eu gostaria, mas pelo menos as coisas estão começando a ficar mais organizadas.

E é claro que eu não poderia deixar de postar aqui um dos eventos que provocaram o maior burburinho pelos quatro cantos da cidade. Pela sexta vez a cidade de Gotemburgo foi palco do festival LGBTQ (Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender, Queer), que ocorreu no período de 30 de maio a 3 de junho. Só para se ter uma ideia, em 2009 apenas 10.000 visitantes estiveram por aqui e no ano passado esse número cresceu para 127.000.

O festival incluiu centenas de eventos, palestras, workshops, exposições, uma festa de abertura, um desfile de rua e uma festa de encerramento. Dias antes ao início do festival já se via as sinalizações espalhadas pela cidade.

Inclusive as estátuas não ficaram de fora e participaram do festival, fossem envolvidas com lenços ou segurando uma bandeirinha.

  

E a decoração não estava apenas nas ruas, mas pelos parques também. O Trädgårdsföreningen, por exemplo, além das inúmeras bandeiras espalhadas ao longo do parque, também teve fitas coloridas amarradas aos postes de iluminação. Esse espaço foi destinado às palestras, workshops e pequenos shows durante os 5 dias do festival.

O último dia do festival terminou com um desfile de arco-íris seguido de uma festa de encerramento com DJs e música ao vivo no Liseberg. Será que alguém tem alguma dúvida de que fui conferir tudo isso? Acho que não, né?! Teimosa e suecos todos reunidos para prestigiar e registrar o evento.

O desfile percorreu as principais avenidas da cidade, como Kanaltorget e Avenyn e foi seguido de muita festa, música eletrônica e até protestos silenciosos.

      

E entre um grupo que passava e outro, também pude me sentir o último biscoito do pacote, porque ganhei beijos, poses e sorrisos.

  

Participaram também do desfile famílias inteiras e muitas crianças.

E como aqui na Suécia cachorros são bem-vindos na maior parte dos lugares, os fiéis escudeiros e companheiros também deram o ar da graça acompanhando seus donos durante o desfile, mas cada um ao seu estilo.

   

O desfile não foi apenas do público LGBTQ, mas também uma misturinha de estudantes da Chalmers, Midsommar, Roller Derby, Escola de Samba entre muitas outras coisas.

E em certo momento até tive a impressão que a extinta Rede Manchete estava ressurgindo das cinzas.

O desfile desembocou no Liseberg e muita gente que estava de passagem por Korsvägen também parou para olhar e registrar.

Já dentro do parque bandeiras coloriam o ambiente e um dos DJs animava a festa.

  

Até os coelhos do parque marcaram presença: interagiram, dançaram, fizeram poses e animaram o público.

E sabe aquele ditado que diz que você encontra brasileiro em qualquer canto do mundo nas mais diversas situações? Pois é… eu também encontrei.

É claro que não dá para comparar com o festival que acontece em São Paulo, que é um dos maiores do mundo, mas valeu muito ter participado e ver como os suecos se organizam e aproveitam o festival aqui em Gotemburgo durante esses 5 dias.

Vi ses… hej då! ;-)

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