11 melhores momentos de sempre!

Eu demorei em responder essa tag “11 melhores… ” e isso aconteceu por algum motivo que até agora eu não sei explicar. Porém, nunca é tarde pra gente se redimir, não é mesmo?

Em outubro do ano passado, eu recebi um selinho (no bom sentido… é claro) da querida Joana do blog Boneca de Neve. E o que é esse selinho? Ele é conhecido no mundo da blogosfera como Prêmio Liebster e é destinado a blogs com menos de 200 seguidores.

Olha que honra receber a indicação da Joana na listinha de blogs que ela segue. O que eu posso dizer? Olha eu aqui gente… uhull! Só faltou a estatueta e os cliques dos paparazzi para a cobertura completa da entrega do prêmio.

Bom, o desafio proposto por ela foi fazer uma lista dos 11 melhores momentos de sempre! Alguns momentos à primeira vista podem parecer bobos e até simples demais, mas que tem um significado especial pra mim durante as diversas fases da minha vida. Então, aqui estão os meus melhores momentos. Ah, só para esclarecer que eles estão sem ordem de importância, ok!

Vamos lá:

1. Participar de programas infantis. Na década de 80, quando eu era criança, participei de alguns desses programas que eram bem famosos na televisão brasileira e posso afirmar que as cenas até hoje estão bem gravadas na minha memória. Acho que vale a pena colocá-los em um único tópico:

    • Bozo… dá uma bitoca no meu nariz!: era o ano em que o cenário do programa havia mudado. O local onde as crianças sentavam era uma arquibancada no centro do palco e que tinha o formato do cabelo do Bozo… bem vermelho e armado. Nesse dia minha mãe me fez usar uma blusa amarela, que mais parecia cor de gema de ovo. Outro detalhe é que minha irmã (quase 15 anos mais velha do que eu) já tinha usado a mesma blusa há uns 10 anos. Ela disse que era para eu me “destacar” na televisão… rsrs. Se a cor não conseguiu fazer o papel que a minha mãe queria, com certeza o modelito fez.

    • Domingo no Parque com Silvio Santos… o Homem do Baú: eu fui fantasiada de colombina e participei de um quadro que a gente dançava e concorria a bicicletas. Não ganhei nenhuma, mas fiquei tão emocionada ao vê-lo de perto que eu comemorava a cada ponto conquistado… incluindo os da escola adversária. Por causa disso, os colegas da minha escola quase me bateram na saída.

    • Bambalalão: poder ir nesse programa foi mágico, porque adorei ver ao vivo e a cores a Gigi, a Silvana, o palhaço Tic Tac e o Bambaleão (aquele boneco em forma de leão que era meio cafajeste e meio galanteador). Dessa vez eu fui vestida de uniforme da escola e não corri risco algum de pagar mico. Mas em compensação eu levei um murro na mão de uma gordinha, que costumava me chamar de Rainha da Etiópia. E sabe por que ela me deu o tal do murro? Só porque eu derrubei a bala dela no chão. Resultado: uma luxação na mão direita e muitos dias sem fazer lição de casa.
A nostalgia me pegou de jeito!

2. Brincar na rua. Essa foi uma das fases mais gostosas da minha infância e posso dizer com letras garrafais que FOI BOM DEMAIS. A turma da rua onde morava era super animada e não tinha tempo ruim. A gente brincava muito de pique esconde, de pular amarelinha, elástico ou corda, de queimada, de mãe da rua, de “beijo, abraço ou aperto de mão”, de andar de patins e de skate e quando sobrava um tempinho à gente ainda tocava a campainha dos vizinhos e saia correndo. O melhor de tudo é que não havia violência nenhuma. Bons tempos.

3. Comer e me extasiar. Há três coisas que eu amo comer e/ou beber de paixão que são: cereja em fruta daquelas que quase “explodem” de tão carnudinhas que são, sorvete de macadâmia, mas só da Häagen-Dazs e o creme irlandês Baileys. Sempre que estou com uma dessas gostosuras na mão, ou melhor, na boca, é uma sensação única. O momento é só meu! Me falta o ar, me fogem as palavras e o mundo ao meu redor para de girar. Pode parecer exagero, mas é exatamente assim que me sinto.

4. Esparramar, relaxar e aproveitar os dias quentes. Desde que me mudei para a Suécia descobri que adoro ir aos parques para caminhar, não importa se está frio ou calor. Porém, o melhor mesmo é quando consigo me esparramar no gramado durante o verão para relaxar e aproveitar ao máximo os dias quentes. Simplesmente ficar ali, sem preocupação alguma, contemplando a natureza, lendo um livro ou até mesmo tirando um cochilo.

5. Viajar para Londres. De todas as viagens que fiz sem dúvida alguma a de Londres teve um gostinho especial. Nunca tive o sonho de conhecê-la, mas quando estive lá… meu Deus! Não sei o que a cidade tem, mas ela me envolveu de tal maneira, que cheguei até chorar de emoção ao lado da Tower Bridge. Os culpados por isso podem ter sido o Harry Potter, os Beatles, um lugar chamado Nothing Hill ou das melhores bandas de rock de todos os tempos. Que tonta que eu sou, né?!

6. Cair e agradecer por isso. Quando eu tinha 8 anos eu levei um tombaço na escola. Tudo isso porque eu estava correndo na hora do recreio e um menino mais levado da breca colocou o pé na minha frente. Eu tropecei, cai de cotovelo no chão e o osso trincou entre o cotovelo e o ombro. Fiquei algumas semanas com o braço todo imobilizado. O que eu e minha família não sabíamos era que exatamente na região onde houve a fratura havia uma coisinha a mais: um tumor. Foi por causa desse menino chamado Leandro, que pudemos descobrir isso a tempo e que eu pude fazer um tratamento adequado.

7. Afeiçoar como jamais havia imaginado. A Maggie foi a primeira e única cachorra que eu e o maridão tivemos. Ela é inteligente, engraçada, companheira, meio comilona e educada também, porque ela só faz as necessidades dela em casa e no gramado. Temos um carinho imenso e incalculável por ela e o nosso coração fica bem apertadinho por ela não estar conosco aqui em Gotis City.

8. Ir ao Brasil, rever a família, amigos e a Maggie. Sem dúvida essa é uma das viagens mais esperadas do ano. Não há jeito melhor de passar o tempo, se não for com a família, os amigos e a Maggie e ainda por cima ganhar de bônus a paparicação de todos.

9. Amar e se apaixonar todos os dias. Uma das pessoas mais especiais, importantes e que amo incondicionalmente é o maridão. Ele me faz crescer como pessoa, como ser humano e como mulher, sempre me incentivando a ver as inúmeras possibilidades que existem além do horizonte. Por isso eu o amo e me apaixono todos os dias do ano.

10. Batalhar e reconhecer. Minha mãe é a pessoa mais batalhadora que eu conheço. Só tenho a agradecer a ela por sempre ter me ajudado, principalmente na época em que eu fazia faculdade à noite. Obrigada por ter cuidado tanto tempo de mim com amor, carinho e dedicação. Te amo mamãe!

11. Respeitar. Eu gosto de fazer amizades seja na escola, no trabalho ou na internet, mas acima de tudo eu valorizo quem é original. Muita gente ainda julga, infelizmente, um livro pela capa, mas nada como estar de mente aberta para aceitar que as diferenças existem e o mais importante é que se deve respeitá-las. Diariamente vivencio momentos assim. Momentos que me surpreendem pela prática do respeito ou que me chocam pela total falta de respeito, seja com as opiniões, com as diversidades ou pior ainda com o ser humano. Mas mesmo assim continuo seguindo em frente e aprendendo a cada dia como o verbo respeitar é importante na minha vida.

Sem dúvida alguma eu poderia continuar a lista, mas se com 11 melhores momentos de sempre eu já me empolguei, imagina com mais.

Vi ses… hej då! ;-)

16 thoughts

  1. Hahahaha, com certeza te conhecemos mais com esse post. Eu lamento pelas as dores da luxação e da queda, mas foi engraçado, ursäkt 😂

  2. Vânia!!!
    Que legal!! Achei muito linda sua foto com a sua mãe, ri demais da história do seu encontro com Silvio Santos… ademais, acho que você fica muito bem de vermelho e que você e o Angelo fazem um casal muito lindo (e legal) – haha!
    Beijos

    1. Foi bom demais escrever sobre isso e reviver esses momentos especiais da minha vida. Obrigada Maria pelo carinho de sempre.

      PS. Está faltando o seu desafio dos livros… eu já tenho a minha listinha, mas preciso resumi-las, pois listei mais de 30 livros rsrs

    1. O desafio demorou para ser respondido, mas sabe como é: missão dada é missão cumprida. Adorei responder essa tag e assim como você disse, as pessoas acabam me conhecendo um pouquinho mais, já que não posto nada sobre minha vida pessoal. Fico muito feliz que tenha gostado. Um super beijo!

  3. Morri de rir das historias dos programas de TV. Que menina malvada te dar um murro na mão. Espero que alguém tenha conversado com a mãe dela sobre o acontecido.(merecia um post mesmo)
    Linda a declaracão para o seu marido!!! Vcs fazem um casal muito bonito.

    Um beijo grande e nos vemos em breve

    1. Você sabia que até hoje dou risada quando lembro dessa fase dos programas infantis. Meu marido diz que eu sou atrapalhada desde essa época, porque onde já viu comemorar os pontos da escola adversária rsrs. Agora, a menina do murro, eu sei que ela ficou de castigo e depois ainda me deu um saco de balas para compensar :D. O que dizer do maridão? Eu sou só suspiros!

      Vi ses snart! Beijos

Dê vida a esse blog. Comente!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s