Bolsa de estudos para o idioma sueco

Uma das coisas mais legais que o blog me trouxe – e ainda tem me trazido – é a oportunidade de conhecer pessoas que acompanham e curtem o conteúdo do Diário de uma Teimosa. E com o Adriano foi exatamente assim. Ficamos meses e meses trocando mensagens e figurinhas, até que chegou o dia dele vir para a Suécia e a gente finalmente se conhecer.

E foi nesse encontro que ele me contou como conseguiu uma bolsa de estudos para o idioma sueco. Algo que eu nem desconfiava que era possível. Como isso pode interessar outras pessoas, eu o convidei a compartilhar sua experiência pessoal.

Nesse texto ele irá falar de sua paixão pela Suécia desde criança, seu interesse em estudar o idioma, como conseguiu uma bolsa de estudos para mergulhar no aprendizado do sueco e como foram os 4 meses em que ele esteve na terra dos vikings.

Tenho certeza de que isso poderá te inspirar e quem sabe um dia ter a mesma oportunidade que ele teve.

Aproveite a leitura e se inspire!

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Adriano-Mira
Adriano Mira

Olá pessoal!

Meu nome é Adriano, tenho 30 anos e quero compartilhar com vocês a minha história com a Suécia e como o interesse por um determinado país e cultura podem nos levar tão longe (muitas vezes, literalmente!).

Mas, por quê a Suécia? Poderia ser a Austrália, Estados Unidos, Alemanha ou Canadá. E lá vem o velho clichê:  “mas lá é tão frio!” (se soubessem como o verão por aquelas bandas é lindo…). No meu caso, o interesse pela Suécia começou bem sorrateiro, veio de fininho, sem eu perceber, com quatro letras: ABBA. Quando eu tinha 8 anos meu pai havia comprado a fita ABBA Gold e comecei a gostar das músicas do grupo. Conforme fui crescendo, este gosto foi se aprofundando, comecei a me interessar mais pelas origens da banda e então descobri suas primeiras músicas cantadas em sueco em meados dos anos 60 e início dos 70, muito antes do ABBA existir como grupo de fama mundial.

A sonoridade do idioma despertou imediatamente meu interesse, eu queria saber o que cada palavra e cada frase significava. E então passei a ir atrás de estudar o idioma. Comecei com uma série de auto ensino com livro e CD e paralelamente descobri algumas organizações em São Paulo que tinham relação com o país. Tudo que envolvia as palavras Suécia, sueco(a) e Escandinávia, atraíam a minha atenção e o meu interesse. Descobri que a Igreja Escandinava de São Paulo, em parceria com a Swedcham – Câmara do Comércio Sueco-Brasileira, organizavam um evento informal uma vez ao mês, geralmente na penúltima quinta-feira, que consiste em um jantar com sopa de ervilhas, uma bebida típica sueca e mais acompanhamentos. Tudo isso regado a muita alegria entre suecos e brasileiros. E não tive dúvidas: mesmo sem conhecer ninguém, meti as caras e fui muito bem recebido. Naquela época mal sabia falar “oi, tudo bem?” no idioma. Mas ao invés de me frustrar, isso serviu como impulso e estímulo para seguir firme na vontade de aprender a língua sueca.

Devido à minha profissão, eu não possuía horários regulares e este fator tornava difícil eu poder frequentar uma escola de sueco. Já sabia do curso ministrado pela Swedcham e de sua qualidade reconhecida, mas mesmo assim eu não conseguiria acompanhar as aulas com a regularidade devida. Foi então que fui convidado por um casal de amigos (ela brasileira e ele norueguês), a morar com eles na Noruega e se tudo desse certo, eu tentaria um trabalho por lá e ficaria no país. Para isso teria que abrir mão do meu trabalho aqui no Brasil. Mas pensei que a oportunidade era muito boa e ia de encontro com muitas coisas que quero para a minha vida.

Vale salientar que não tomei a decisão de forma totalmente cega. Um ano antes desta oportunidade surgir, havia obtido minha cidadania portuguesa, o que facilitaria de alguma forma a minha permanência no país, embora após algum tempo lá descobri que isso não é tudo se você não fala o idioma norueguês ou um dos idiomas escandinavos fluentemente. Por mais que eles falem o inglês muito bem, sem o idioma local a inserção no mercado de trabalho e principalmente na sociedade se torna mais difícil. E no fundo, o meu coração batia pela vizinha Suécia. Por mais bonita e fantástica que fosse a Noruega, não tinha um pingo de vontade em aprender o norueguês (que apesar de se assemelhar ao sueco, não possui o charme e a graça deste último, em minha humilde opinião rs.). Juntou-se ao fato de o país ser um dos mais caros do mundo para se viver (embora os salários acompanhem os preços) e o fato de não conseguir uma entrevista de emprego, decidi retornar ao Brasil e imediatamente iniciar meus estudos no idioma sueco.

Pousei num domingo em Guarulhos e na segunda-feira fui me matricular no curso de sueco da Swedcham. Estava determinado a aprender de vez a língua e quem sabe algum dia poder ter a oportunidade de passar um tempo no país. Já havia visitado Estocolmo nas férias do meu trabalho, em 2013, mas foi uma passagem de apenas 4 dias, quando fui visitar meus amigos na Noruega. Mesmo assim foi o suficiente para me encantar definitivamente e sem volta pela terra do IKEA, Volvo, Bluetooth e tantas outras inovações e empresas mundialmente conhecidas.

Vale uma observação aqui: se você tem intenção de visitar a Suécia como turista, obviamente o inglês é mais do que suficiente. Porém, como nossa amiga Vânia já postou inúmeras vezes com conhecimento de causa, se você tem planos de morar no país e trabalhar, aprender o idioma sueco é mandatório.

Quanto mais eu estudava o idioma, mais me apaixonava pelo país e maior era a minha vontade em poder fazer parte daquele universo, nem que fosse por alguns meses. Foi então que durante uma aula, meu professor me entregou um jornal de uma organização sueca, que tem como objetivo difundir e preservar a cultura e o idioma sueco ao redor do mundo. Ele já sabia do grande desejo que eu tinha em poder ir para lá e me explicou que esta organização (chamada Riksföreningen Sverigekontakt, com sede na cidade de Gotemburgo) escolhia duas vezes ao ano de 6 a 8 alunos de sueco ao redor do mundo para estudar em uma folkhögskola (uma espécie de escola para adultos que não concluíram o ensino médio ou que desejam melhores notas para ingressar em uma universidade sueca).

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Os alunos escolhidos ficam 4 meses morando e estudando na escola com todas as refeições inclusas, além de acomodação em quarto individual ou compartilhado e uma ajuda mensal em dinheiro. Pensei: é bom demais para ser verdade. Mas resolvi tentar. Comecei a ir atrás da documentação que era necessária e com a ajuda do meu professor, fiz uma carta em sueco que deveria ser encaminhada junto com os documentos. O último dia para inscrição seria coincidentemente a data do meu aniversário, 15 de abril e as aulas iniciariam no dia 13 de agosto. Em janeiro de 2015 enviei o envelope com os documentos e com muita ansiedade, contava os meses para o tão sonhado resultado, o que ocorreu no final de abril. Não é necessário dizer o tamanho da minha felicidade quando recebi em minha caixa de entrada dois e-mails com remetentes da Suécia (um da Sverigekontakt e o outro da Åsa folkhögskola, a escola onde eu iria estudar). Em pouco mais de 3 meses eu estaria embarcando para algo que há alguns anos parecia tão distante e tão difícil.

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Pousei no aeroporto de Arlanda, no distrito de Sigtuna em um final de tarde de verão, recebido por um lindo céu azul e um sol que se põe preguiçosamente lá pelas 22h.  Antes de ir para a cidade onde estava a escola, que ficava há aproximadamente 1h de trem de Estocolmo, decidi passar 2 dias para relaxar e curtir a capital da Escandinávia.

A ótima experiência na Åsa folkhögskola já foi percebida pelas calorosas boas vindas e pela organização e solicitude de professores e funcionários. Nem precisei falar que eu era o stipendiat (bolsista em sueco) do Brasil, pois eles já tinham a chave do meu quarto separada, bem como me deram algumas instruções (todas em sueco, sem dó nem piedade!). E foi o quarto 11 do conjunto Rönnen que seria o meu lar durante estes 4 fantásticos meses, onde apenas alguns passos de distância me separavam da sala de aula. Ao contrário do que pensei, não estudaria o idioma sueco como estrangeiro, mas sim matérias na área de humanas como história, política, literatura, gramática e inglês. Tudo isso em uma turma com a maioria esmagadora de colegas suecos e alguns de origem fora da Suécia, porém que já viviam no país há alguns anos. Além de mim, havia outras duas bolsistas em minha turma que conseguiram o intercâmbio através do Svenska Institutet, que seleciona somente alunos que estudam o idioma sueco a nível universitário em seus respectivos países (Romênia e China neste caso).

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Nosso país é o segundo maior mercado da Scania fora da Suécia, sem contar a presença de outras grandes multinacionais de lá como a Volvo, Ericsson, Electrolux, Tetra Pak, Spotify e agora o acordo de compra de 36 caças SAAB Gripen para a Força Aérea Brasileira, onde engenheiros daqui estão indo para trabalhar no projeto na terra do Dancing Queen. Então não seria exagero imaginar um curso universitário de letras voltado para o idioma sueco aqui no Brasil.

Como nos finais de semana não tínhamos aula, eu acabava pegando o ônibus e ia dar uma volta em uma das cidades vizinhas, Flen ou Katrineholm, para fazer compras de mercado e comer algo gostoso e barato (leia-se kebab rs). Quando eu queria dar uma esticadinha até Estocolmo, pegava um trem em uma destas cidades, sendo Flen um pouco mais próxima.

Bolsa de estudos de sueco-1

Os trens na Suécia são um capítulo à parte. Limpos, confortáveis e na maioria das vezes extremamente pontuais. Existem casos em que atrasos ou até cancelamentos são inevitáveis por motivos que vão desde problemas na linha até questões meteorológicas como a neve. E eu fui vítima de um destes atrasos certa vez, quando voltava de Estocolmo. Acabei esperando por 3 horas na estação central até que finalmente o trem chegou. No entanto, como minha escola ficava situada em uma zona rural, o último ônibus que saia de Flen para Sköldinge (vilarejo onde se situava a escola) já havia partido. Como a SJ (companhia que opera os trens) sabia deste contratempo que afetaria outros passageiros, inclusive colegas da escola, que por coincidência estavam no mesmo vagão, eles pagaram um voucher de taxi para nós. Legal, não é? Legal mesmo, pois taxi na Suécia é extremamente caro!

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Entre coisas que me marcaram e que foram muito legais de viver (e experimentar), posso citar a colheita de blueberries na floresta atrás da escola (suecos de todas as idades adoram colher blueberries, framboesas e cogumelos que crescem igual mato durante a primavera e verão), colher maçãs extremamente doces e suculentas das macieiras no jardim da escola (quando você era pequeno provavelmente ilustrou o outono com folhas secas e uma macieira) e até mesmo marcar uma consulta de emergência por telefone com um dentista, após um pequeno acidente envolvendo o encontro desastroso entre uma batata chips e uma obturação em resina. E este último caso aconteceu quando eu estava lá há apenas alguns dias, justo em um sábado. Nestas horas colocamos à prova nossa capacidade de comunicação no idioma e a resolução de problemas em um país estrangeiro. Por sorte os gastos com o tratamento foram cobertos pela escola. Não preciso citar que dentista na Suécia também custa uma graninha né?

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Todos os meus passos eram acompanhados pela minha mentora, que nada mais é do que uma professora responsável por auxiliar, aconselhar e acolher os alunos dos quais ela cuida. Ela foi essencial durante estes 4 meses, um ser humano com um coração que não cabe no peito, de uma generosidade e bondade imensuráveis. Nos tornamos ótimos amigos e mantemos contato constante.

O povo sueco é de uma amabilidade e altruísmo muito grandes. Desde o motorista do ônibus, passando pelas caixas dos supermercados, vendedores de lojas até os políticos (conhecemos um deles em Estocolmo durante uma visita ao Parlamento Sueco). De modo geral, todos são pessoas que te recebem com um sorriso no rosto. Alguns amigos e conhecidos perguntam-afirmando logo de cara: “eles são frios né?” e eu digo que não é bem assim.

Os suecos são reservados, não ficam perguntando sobre a sua vida ou fazendo escândalo na rua. São pessoas que prezam pela privacidade e discrição, mas ao mesmo tempo sabem curtir a vida com alegria entre amigos e família. Às vezes são mais objetivos nas respostas mas nem por isso grosseiros.

Ao terminar o curso, olhei para trás e vi como tudo aquilo valeu a pena e como evoluí no idioma, mas principalmente como me senti como se estivesse em casa, acolhido e amparado. A distância entre o sonho e a realidade, entre um projeto e sua concretização, depende em grande parte de nosso esforço e de nos empenharmos em achar os meios para que aquilo que tanto desejamos possa se tornar real.

Quero deixar um agradecimento especial à minha querida amiga Vânia Romão que me ajudou muito com seu blog, suas dicas lúcidas e sinceras sobre a vida na Suécia. Tive o prazer de conhecer a Vânia pessoalmente em Estocolmo e foi muito legal! Tudo o que ela escreve no blog confere com a realidade, sem exagero. Quando ela fala que trabalhar e morar na Suécia não é tão simples assim e que é necessário falar o idioma, ela não está querendo desmotivar ninguém mas sim assume um compromisso de não iludir ou estimular de forma irresponsável um processo de mudança que exige mais do que coragem. E constatei que 4 meses é um período muito curto para conseguir um trabalho, salvo exceções. Por outro lado, se você tem este desejo, comece já um curso de língua sueca e veja de que forma sua profissão pode ser requisitada no mercado de trabalho de lá. Ter cidadania europeia ajuda mas não é tudo se você não fala o idioma. Se você fala o idioma, possui cidadania europeia mas não tem uma boa qualificação, comece em cargos operacionais como garçom, barista ou vendedor. Ao contrário da nossa realidade, estas profissões não possuem uma diferença salarial absurda com relação aos cargos administrativos.

Pretendo retornar um dia, se tudo der certo, de vez! E espero que possa encontrar vocês por lá para um fika e darmos uma volta pela capital da Escandinávia.

Um abraço a todos.

Adriano Mira

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Agradeço imensamente ao Adriano por ter aceitado o meu convite e por ter dividido com a gente suas impressões e experiências pessoais. Quem sabe você não seja o próximo a conseguir uma bolsa de estudos como ele conseguiu, hein?

Links para dar uma força:

Swedcham – Câmara de Comércio Sueco-Brasileira
Cursos de sueco para iniciantes em São Paulo e Curitiba

Riksföreningen Sverigekontakt
Organização que escolhe alunos ao redor do mundo para estudar sueco

Svenska Institutet
Somente alunos que estudam o idioma sueco a nível universitário

Vi ses… hej då! 😉

28 thoughts

    1. Oi Raquel!
      Irei responder pelo Adriano, porque ele está sem acesso como administrador do blog. Eu acredito que ele tenha visitado algumas, mas não frequentado assiduamente.

    2. Olá Raquel! Desculpe pela demora. Quando você diz acesso à igreja, quer dizer no sentido de alguma organização? Se for este o caso, não. As igrejas na Suécia são lindas, porém não cheguei a entrar em alguma.

  1. Me identifiquei, em partes, com o texto do Adriano: meu fascínio pela Suécia também veio por conta de música. Mas, ao contrário dele, no meu caso, foi por conta do Roxette. Aliás, devo a dupla sueca meu inglês “nível intermediário” (ouvir as músicas com o encarte dos cds na mão para “corrigir” a pronúncia, bem como ter em mãos um dicionário inglês-português para “entender” as letras me foi mais eficiente que as aulas de inglês em escolas de idiomas).
    Outro fato curioso, foi que há tempos ouvi na internet o cd gravado em sueco pela vocalista Marie Fredrikssen e embora não soubesse – como ainda não sei – NADA de sueco, conseguia pronunciar (sem saber o que estava falando), mas consegui repetir, as palavras mencionadas na canção. Confesso que não sei para que serve (ok, relaciona-se à pronúncia, mas não consegui assimilar), tanta trema e aquele “A” com a “argolinha” em cima, me persegue até hoje (vamos concordar que é bem diferente, rs). E, por fim, minha proximidade com a Suécia se deve ao fato do meu pai ter trabalhado na Ericsson – ele conheceu a Suécia e fala bem pouco o idioma – e “minha quase visita ao país”, que foi cancelada pelo fato do meu pai ter tido uma reunião de trabalho marcada às vésperas da viagem.

    Adorei o blog e gostei muito de saber que outras pessoas, assim como eu, também nutriram seu gosto pela Suécia em razão da música.

    Boa sorte a ambos! (Vania e Adriano). Quem sabe um dia nos encontraremos pelas ruas suecas.

    1. Olá Luciana!
      Que depoimento fantástico o seu, hein? É muito legal saber de onde vem a paixão por idiomas de cada um e como o conhecimento evolui. Eu acho que a música é um dos melhores aliados e você e o Adriano provaram isso.
      Muito obrigada por compartilhar um pouco da sua experiência e tomara que você tenha outra oportunidade de conhecer a Suécia. A gente pode se esbarrar. 😉
      Grande beijo!

  2. Vania, que incrível você trazer esse relato pra cá! Amei muuuito! Um texto muito inspirador, e de certa forma, me vi nele em alguns pontos, mas não tive todo esse empenho que o Adriano teve em ir realmente em busca de realizar os sonhos dele dessa maneira. No meu caso foi com a Islândia, eu não achava nenhuma informação necessaria na época pra fazer estudos do idioma no Brasil, sempre era motivo de piada e comentários de que ‘não era pra mim, era um sonho tolo, quem fala islandês, era perca de tempo’.. um relato muito inspirador mesmo pra todo mundo que tem esse sonho por um país não tão convencional e um idioma diferente.

    Adriano, parabéns por realizar esse sonho. Li teu texto com aquele sentimento enorme de alegria por ver alguém realizar um sonho assim, incrível demais. Te desejo muita sorte na vida, e que um dia tu possa sim chamar a Suécia de lar definitivo! 🙂

    Beijo, Vania e Adriano
    :*

  3. Parabéns Adriano…..realmente com muito esforço e determinação os nossos sonhos podem se tornar realidade. Também sou apaixonada pela Suécia, confesso que não tem muito tempo mas foi o suficiente para amar esse país… Tenho sonho de conhecer e quero muito aprender a língua.
    Vânia muito obrigada por compartilhar conosco textos tão ricos e cheios de informações importantes….espero ter a oportunidade de conhece-la pessoalmente….

    Este blog é fantástico..

    Um abraço.

  4. Boa noite! Alguém sabe de brasileiros morando na Suécia que queiram dividir apartamento? Estou indo morar lá e pretendo dividir as contas para não ficar muito pesado para 1 pessoa só.

  5. Vânia, que relato incrível! Li tudo praticamente engolindo as palavras porque estava numa mistura de alegria pela Adriano e curiosidade pra saber como tinha sido a estadia nele na Suécia. É muito lindo ver as pessoas realizando seus sonhos, de verdade. Fiquei até emocionada. Parabéns, Adriano!

    1. Muito obrigado Bárbara por essa energia tão boa! Se eu conseguir de alguma forma ter inspirado e estimulado alguém com este meu relato, então já estou muito feliz! Um grande abraço.

    2. Incrível mesmo, né? Eu também fiquei emocianada com o depoimento dele e por esse motivo o convidei a participar do blog. Achei que não deveria ficar só comigo e nada mais legal que a própria pessoa contar um pouquinho da experiência dela. Tenho certeza de que poderá ajudar outras pessoas e o melhor ainda… a inspirar!
      Qualquer sonho pode ser alcançado, basta a gente correr atrás. 🙂

  6. Parabéns ao Adriano.
    Como a Vânia tem dito e como já comentei..investir em educação é a chave p o sucesso.
    Se VC é jovem, e quer um bom futuro, em QQ lugar do mundo… Conhecimento.
    E é o que falta para um novo Brasil, reformular, valorizar, …o ensino.

  7. Que delicia esse post, Vânia! Muito bom acompanhar a trajetória e torcer com ele para que esse encontro com a Suécia desse mais que certo! Parabéns! E achar Flen no meio disso tudo foi demais, amei! Kkkkk Super beijo para vcs dois!

      1. Que legal Adriano! Hoje moro em Flen e o ICA é o mercado que mais curto aqui! Desejo muitas realizações à você e quando você retornar será para ficar! 🙂 Abraços e sucesso! Gratidão por compartilhar conosco sua história e determinação! Vi ses!

    1. Poxa, se eu soubesse que havia uma compatriota em Flen, a gente poderia ter se encontrado. Quem sabem já não nos cruzamos no ICA sem saber um do outro? hahahaha. Muito obrigado pela torcida. Espero que este dia chegue em breve! Um grande abraço.

  8. Wow, eis um texto que prova que quem acredita e busca na maioria das vezes sempre alcança.

    Parabéns pela conquista Adriano e que a próxima seja muito maior aqui na Suécia.

    1. Muito obrigado Tailinha! Pelo jeito vc mora na Suécia. Que delicia! A saudade daí é muito grande. Logo quero estar de volta. Um grande abraço.

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